Sobre o projeto

O Mediabox MCP é apresentado como uma stack de servidor de mídia auto-hospedado cuja camada de gerenciamento é exposta por meio do Model Context Protocol (MCP). O repositório descreve três maneiras de executá-lo: um aplicativo desktop Tauri para Windows/macOS e instalações local-first; um assistente CLI interativo, npx create-mediabox, destinado a servidores Linux, VPS e implantações headless; e um servidor MCP headless que pode ser conectado ao Claude Desktop, ChatGPT, Gemini, a um cliente compatível com OpenAI ou a um bot opcional do Telegram via Streamable HTTP protegido por OAuth. As três interfaces compartilham a mesma stack Docker, o mesmo pipeline de orquestração @mediabox/core e as mesmas ferramentas MCP. Os modos de implantação incluem Local para redes domésticas, VPS com Caddy e HTTPS automático, e Cloudflare Tunnel para acesso público sem abrir portas. Os requisitos indicados são Docker, Docker Compose e Node.js 20 ou mais recente. Builds desktop também precisam de Rust para o Tauri e Bun para compilar o sidecar Node. A CLI oferece suporte a flags como --generate-only para gravar a configuração sem iniciar o Docker, enquanto --local-build é voltado a contribuidores que executam a partir de um repositório clonado. A stack é centrada em Jellyfin, Sonarr, Radarr, qBittorrent e PyLoad, com Prowlarr e FlareSolverr também mostrados na arquitetura. Um proxy reverso como Caddy ou nginx fica na frente dos serviços. O servidor MCP expõe /mcp, /api/dashboard, /api/chat e /api/setup, e o README lista 30 ferramentas MCP agrupadas nas categorias Jellyfin, Library, Sonarr, Radarr, Downloads e Maintenance. Exemplos incluem status do servidor e logs de atividade, busca e detalhes de mídia, gerenciamento de biblioteca e arquivos, correção de legendas, renomeação em lote, busca/status/remoção/releases/grab/import/rescan de séries e filmes, downloads diretos por URL e via PyLoad, gerenciamento da fila de downloads e tarefas de otimização ou limpeza de mídia. O fluxo de instalação é descrito como substituto de cerca de quinze etapas manuais. Ele solicita modo de implantação, caminhos de mídia, credenciais, fuso horário e integrações opcionais; gera .env, docker-compose.yml, um Caddyfile para VPS e configuração do qBittorrent; inicia contêineres Docker; e então autoconfigura a stack por meio das APIs dos serviços. Isso inclui extrair chaves de API do Sonarr/Radarr/Prowlarr, executar o assistente de configuração do Jellyfin, criar um usuário administrador e uma chave de API, configurar o qBittorrent como cliente de download, adicionar pastas raiz, sincronizar indexadores do Prowlarr, configurar o FlareSolverr e as bibliotecas de mídia do Jellyfin, e definir credenciais da interface web. O repositório observa que adicionar indexadores de torrent no Prowlarr continua sendo uma etapa manual. O projeto é licenciado sob MIT e o README está disponível em inglês e espanhol.