Sobre o projeto

HEAD é um guia simples, mantido pela comunidade, sobre os elementos que pertencem à seção head de um documento HTML. Ele foi escrito como uma referência, e não como uma biblioteca, reunindo trechos práticos e notas sobre como navegadores, mecanismos de busca, rastreadores e plataformas sociais interpretam os metadados do head. O guia começa com um mínimo recomendado: uma meta tag charset definida como utf-8, uma meta tag viewport com width=device-width e initial-scale=1, e um elemento title. Ele explica que as tags charset e viewport devem aparecer o mais cedo possível no head para que o documento seja renderizado de forma consistente, com todos os outros elementos do head vindo depois delas. Uma seção sobre elementos lista os filhos válidos do head: meta, link, title, style, script, noscript e base, com pequenos exemplos de cada um. Uma seção de ordem recomendada apresenta então uma sequência prática: charset primeiro, depois viewport, title, outras meta tags, meta tags sociais, canonical e outras tags link, dicas de recursos como preconnect e dns-prefetch, folhas de estilo, favicons e, por fim, scripts, de preferência com defer ou async para evitar bloquear a renderização. A seção de meta é a maior parte da referência. Ela documenta codificação de caracteres, viewport, Content-Security-Policy, application-name, theme-color, color-scheme, description, diretivas robots para rastreadores gerais e específicos do Google, tags de verificação de site para vários consoles de busca, generator, subject, rating, política de referrer, format-detection, tags geográficas (ICBM, geo.position, geo.region, geo.placename) e Web Monetization. Notas esclarecem que as tags geográficas são destinadas a mecanismos de busca e serviços de localização, e não diretamente aos navegadores. A seção de link cobre folhas de estilo, URLs canônicas, manifestos de aplicativos web, links de autor e licença, links alternate e hreflang, links de identidade rel=me, relações self, prev e next, webmention, micropub, endpoints IndieAuth, Open Search, feeds RSS e Atom, e dicas de recursos incluindo dns-prefetch, preconnect, prefetch e preload. Ela observa que um manifesto de aplicativo web é a forma multiplataforma recomendada de declarar propriedades de aplicativos instaláveis. A seção de scripts explica a diferença entre uma tag script simples, async, defer e o padrão combinado async defer, e menciona Subresource Integrity para verificar recursos buscados. A seção de ícones mostra o uso de favicon e Apple touch icon. Os metadados sociais são abordados em profundidade: tags Open Graph para títulos, imagens, descrições, nome do site e locale; microdados Schema.org exigindo itemscope e itemtype no elemento html; marcação JSON-LD de organização do Google para resultados do knowledge graph; a diretiva nopin do Pinterest; relações de link oEmbed; tags de compartilhamento do QQ e WeChat; elementos de metadados Dublin Core com o prefixo DC.; e a meta tag Fediverse creator usada pelo Mastodon e softwares semelhantes. Seções específicas de plataforma reúnem tags para Apple iOS (smart app banners, touch icons, imagens de inicialização, modo standalone, estilo da barra de status, viewport-fit para telefones com notch e deep linking), Google Android (cor de tema, adicionar à tela inicial, deep linking da Play Store) e Google Chrome (item da web store, controle do prompt de tradução). Uma seção adicional documenta navegadores móveis chineses: seleção de renderizador do 360 Browser, orientação x5 do QQ Mobile Browser, tags de tela cheia e modo de página, e orientação de tela e tags relacionadas do UC Mobile Browser. Uma seção de itens obsoletos e listas de outros recursos, projetos relacionados, traduções, orientações de contribuição, colaboradores, autor, suporte e licença (CC0) completam o documento. O projeto é um recurso de documentação para desenvolvedores web que desejam um único lugar para consultar convenções de marcação do head em navegadores, mecanismos de busca e plataformas sociais.