Sobre o projeto

O Inure App Manager é um gerenciador de pacotes de aplicativos Android de código aberto que funciona tanto com apps instalados quanto desinstalados. Ele pode escanear os componentes internos de um app e modificá-los em tempo real. O projeto é desenvolvido por um único autor e usa APIs de UI totalmente personalizadas, incluindo um mecanismo de temas nativo, manipulador de falhas, renderizador de imagens e framework de animação. Principais recursos descritos no README: - Gerenciamento de apps: inspecionar e modificar componentes de apps, gerenciar pacotes instalados e não instalados. - Suporte a Root e Shizuku: a funcionalidade principal foi projetada para funcionar em ambos os modos. - Emulador de terminal integrado. - Estatísticas de uso e análises. - Integração com o VirusTotal. - Ferramentas de debloat. - Instalador de Split/APK. - Mecanismo de temas personalizado com cores dinâmicas do Material You, modos dedicados de cor de destaque e tema, além de paletas alternativas como Pastel, Coffee e Retro. - Opções de acessibilidade: destaque de elementos clicáveis e divisores, controles granulares de animação, de animações completas até nenhuma, e navegação amigável para leitores de tela. - Três estilos de menu/diálogo: popup que segue o toque para ações rápidas, diálogos modais para preferências de painel e diálogos em estilo chip para sinalizadores de filtro e tags. - Painel FOSS: apps publicados no F-Droid ou que declaram metadados open_source em seu manifesto são marcados como FOSS. - Descrições de permissões da comunidade para permissões definidas por OEM ou desenvolvedores. - Localização via Crowdin ou arquivos de strings de localidade. - Builds totalmente reproduzíveis. O README afirma que o app está em testes estáveis, tem como alvo o Android 15 (SDK 35) com SDK mínimo 23 (Marshmallow) e é lançado sob a GPL v3. Ele está disponível no Google Play, GitHub Releases, F-Droid, IzzyOnDroid e SourceForge, com opções de desbloqueio pagas no Gumroad, Play Store, GitHub Sponsors e Ko-fi. O desenvolvimento começou em 2021 após um conceito de 2018, e o README observa que ele compreende mais de 250 mil linhas de código escritas por uma pessoa.