Sobre o projeto
O servidor Grafana MCP é um servidor Model Context Protocol (MCP) que conecta clientes MCP, como Claude Desktop ou Cursor, a uma instância do Grafana e ao seu ecossistema. Ele exige Grafana 9.0 ou superior para funcionalidade completa, pois algumas operações de fontes de dados dependem de endpoints de API mais recentes.
A configuração é feita adicionando uma entrada à configuração do cliente MCP, normalmente executando o servidor via uvx com GRAFANA_URL e um token de conta de serviço no ambiente. Opções de instalação via Docker, binário e Helm também estão documentadas.
As capacidades são agrupadas em categorias de ferramentas, e a lista de ferramentas é configurável, de modo que funcionalidades não utilizadas podem ser desativadas para economizar espaço na janela de contexto. Categorias podem ser desativadas com flags como --disable-oncall ou --disable-navigation, e várias categorias são desativadas por padrão e precisam ser habilitadas explicitamente por meio de --enabled-tools.
As ferramentas de dashboard abrangem busca por título, UID de pasta, tag ou status de favorito; obtenção de um dashboard por UID ou por uma versão salva; listagem de versões; obtenção de um resumo compacto; extração de partes via JSONPath; criação, atualização e patch de dashboards; e leitura de consultas de painéis com informações da fonte de dados. O README observa que o JSON completo de um dashboard pode consumir espaço significativo na janela de contexto e sugere ferramentas de resumo ou JSONPath em vez disso.
O suporte a fontes de dados e consultas inclui listagem e inspeção de fontes de dados (Prometheus, Loki, ClickHouse, CloudWatch, Elasticsearch, OpenSearch, Snowflake, Athena), consultas instantâneas e de intervalo PromQL, além de metadados de métricas e percentis de histograma, consultas de log e métricas LogQL com descoberta de rótulos e padrões, InfluxDB via InfluxQL ou Flux, ferramentas SQL unificadas para ClickHouse, Snowflake, Athena, MySQL, PostgreSQL e MSSQL com substituição de macros e imposição de limites, namespaces, métricas e dimensões do CloudWatch, consultas de renderização Graphite e descoberta de métricas, busca em Elasticsearch/OpenSearch e Quickwit, e recuperação de consultas de exemplo. Consultas SQL são executadas por meio de plugins de fonte de dados do Grafana, portanto as credenciais são tratadas pela configuração da fonte de dados, e não pelo servidor MCP.
As áreas operacionais incluem alertas (listar, criar, atualizar, excluir regras; políticas de notificação, pontos de contato, intervalos de tempo), Grafana Incident (buscar, criar, atualizar, campos personalizados), investigações do Sift (listar, detalhar, análises, detecção de padrões de erro e requisições lentas), Grafana OnCall (escalas, turnos, usuários atualmente de plantão, equipes, usuários, grupos de alertas), anotações (consultar, criar, atualizar, aplicar patch, excluir, tags), snapshots (listar, obter, criar, excluir), renderização de painéis ou dashboards como PNG via Grafana Image Renderer, listagem e validação dry-run do repositório de provisionamento, geração de deeplinks para dashboards, painéis e Explore, e consulta de identidade de usuário para requisições multi-organização.
As ferramentas de Agent Observability, exclusivas do Grafana Cloud, abrangem listagem e busca de conversas de LLM, detalhes de conversas e gerações com pontuações de avaliação, um catálogo de agentes com histórico de versões e estimativas de tokens, avaliadores e templates, regras e guardas de avaliação, conversas e coleções salvas, suítes de teste e experimentos offline. Algumas delas incluem operações de escrita protegidas por uma permissão específica. As ferramentas do Grafana Assistant enviam prompts em linguagem natural ao assistente e permitem continuar uma conversa por meio de um ID de contexto retornado; são ferramentas de escrita e são ignoradas quando --disable-write está definido.
O controle de acesso é baseado em RBAC: cada ferramenta exige permissões e escopos específicos, e o README recomenda criar uma conta de serviço com as concessões necessárias, observando que a função interna Editor é uma alternativa mais simples, porém menos granular. As ferramentas Incident e Sift usam funções básicas Viewer/Editor em vez de permissões refinadas. O README inclui uma tabela de ferramentas que mapeia nomes de ferramentas para categorias, permissões RBAC necessárias e escopos necessários.
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